sexta-feira, 22 de setembro de 2017

CFO defende que cirurgiões-dentistas mantenham uso de raio x



O presidente do CFO, Juliano do Vale, pediu a exclusão da radiologia odontológica como atividade exclusiva de técnicos e tecnológos da área, além de bacharéis em Ciências Radiológicas. 

CFO se mobiliza para criação de Frente Parlamentar da Odontologia

Em audiência na Câmara dos Deputados, em Brasília, o presidente do Conselho Federal de Odontologia (CFO), Juliano do Vale, anunciou o início da mobilização para criar a Frente Parlamentar da Odontologia. Segundo ele, o objetivo é defender propostas que possam melhorar a saúde dos brasileiros. 


Projeto de lei torna saúde bucal uma política de Estado

A inclusão da saúde bucal no SUS é fundamental para que ela se torne uma política de Estado. A afirmação foi feita na quinta-feira, 14 de setembro, pelo presidente do CFO, Juliano do Vale. O assunto foi tema de uma audiência pública na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, em Brasília.


Cirurgiões-dentistas levam assistência odontológica a aldeias na Amazônia

Os cirurgiões-dentistas que trabalham nos 34 distritos sanitários especiais indígenas (DSEIs) do Ministério da Saúde vivem uma realidade profissional bastante distinta da maioria dos CDs. As condições de trabalho, principalmente em aldeias na Floresta Amazônica, são bastante desafiadoras, mas os profissionais relatam a satisfação de prestar serviços essenciais para os povos originários do nosso território. 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017


O tratamento odontológico em crianças não deve ser mal interpretado e nem envolver falsos conceitos, como por exemplo, de que bebês ou crianças não sentem dor, somente superficialmente. Isso não é fisiologicamente válido. .
Prevenir a dor através da anestesia local a fim de se realizar os devidos procedimentos odontológicos, favorece a construção de confiança entre a criança e o profissional, diminuindo o medo e a ansiedade, e promovendo assim uma atitude positiva.
Para alguns, ainda, culturalmente só se deve procurar o dentista quando se tem dor ou já algum problema avançado instalado. E nestes casos, na maioria das vezes precisa-se anestesiar.
Para o Odontopediatra, a anestesia é um procedimento que ele tira de letra. Além de saber as mais variadas técnicas para cada caso em questão (restauração, cirurgia etc.), ele sabe driblar toda e qualquer ansiedade ou medo do pequeno paciente e do seu responsável.
Ao mesmo tempo que é essencial não mentir para a criança. .
É melhor em todos os sentidos e inclusive mais barato, frequentar o dentista como prevenção, principalmente quando se refere às crianças, visto que elas poderão ter uma visão positiva da Odontologia assim como crescerem saudáveis sem nunca terem experimentado dor ou desconfortos momentâneos.
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#odontopediatriabrasil 🇧🇷

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Após 20 anos sem escovar os dentes, jovem precisa fazer implante

À primeira vista, Jay parece um jovem normal de 21 anos de idade. O problema aparece quando ele abre a boca: o rapaz nunca escovou os dentes na vida e jamais visitou um dentista. Além dos problemas de higiene, ele também admite que ele adora comidinhas açucaradas e refrigerantes. Ou seja: os dentes do rapaz basicamente não existem e, se você tem um estômago fraco, recomendamos sair deste post agora.

Jay, que trabalha com saneamento, acredita que seus dentes estão atrapalhando seu sonho de seguir uma carreira no mundo dos esportes ou como fisioterapeuta. “Eu me sinto constrangido ao dizer como uma pessoa deve se cuidar se eu não cuidei dos meus dentes“, ele desabafou sobre a situação. O jovem diz que nunca foi encorajado a escová-los quando criança e, por isso, acabou desenvolvendo o péssimo hábito.

Decidido a mudar de vida, o britânico participou de um reality show do Reino Unido chamado “Embarassing Bodied” (ou “Corpos Embaraçosos”, em tradução literal para o português) onde o Doutor James Russell tratou do que sobrava dos dentes de Jay. O homem precisou retirar onze dentes ao todo e, no lugar, precisou colocar implantes. O mais longo tinha dezoito milímetros de comprimento. Ao todo, o processo de recuperação demorou cinco meses. Assista:

O “antes e depois” de Jay é absolutamente impressionante e ele está confiante nesta nova etapa: “Eu me sinto muito mais confiante com o meu melhor sorriso. Agora eu escovo os dentes duas vezes por dia, passo fio dental e estou me esforçando muito mais. Eu sou uma pessoa mais feliz e vou alcançar os meus sonhos“, contou o rapaz, já com o novo sorriso.


Dê sua opinião: E você, o que achou da história de Jay? Deixe seu comentário


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Quantidade ideal de pasta de dente para as crianças.


Essa é a quantidade exata de creme dental que deve ser usada na escovação de crianças. Nem mais nem menos. Pois sabemos que Flúor ingerido em alta quantidade pode ocasionar uma doença chamada fluorose.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Dente de leite também tem célula tronco.


Já se sabe que a célula-tronco é capaz de se auto multiplicar, gerando outras células idênticas à original, sendo encontrada por exemplo no cordão umbilical.

Porém, recentemente descobriu-se que a polpa (nervo) do DENTE DE LEITE é uma fonte riquíssima em células-tronco que têm a capacidade de se transformarem e gerarem uma ampla variedade de células dos mais diferentes tecidos do nosso corpo (ossos, cartilagens, neurônios, pele, músculos...), ao contrário das células-tronco encontradas no sangue do cordão umbilical que só se diferenciam em células hematopoiéticas (sanguíneas).

As células-tronco da polpa do dente de leite estão sendo estudadas em grandes centros de pesquisa do mundo inteiro, inclusive no Brasil, para serem utilizadas de maneira prática, no tratamento de doenças autoimunes, doenças degenerativas e para atuar na regeneração de tecidos. .

Só que para isso acontecer, os dentes de leite precisam ser removidos por um dentista e conservados em condições especiais e específicas (congelamento em empresas especializadas nisso). .
Dentes tirados em casa, sem quantidade suficiente de raiz e guardados sem o devido cuidado específico NÃO SERVEM para colher células-tronco. .

Quais as vantagens de armazenar as células-tronco do dente de leite? .

Processo não invasivo e pode ser feito durante a troca fisiológica dos dentes;
São imunocompatíveis com a família também, ou seja, as células-tronco servem para tratamento de doenças degenerativas também de irmãos, avós...;
Podem ser criopreservadas (congeladas) por longos períodos.


Papais, ficaram interessados?
Um Dentista pode lhes ajudar.

#odontopediatriabrasil

quarta-feira, 26 de julho de 2017

“Odontologia do Esporte” agora é especialidade


"Quem ganha com tudo isso não é só o atleta, nem só a Odontologia do Esporte e sim a Odontologia como um todo”.

Mais uma ação em prol do cidadão brasileiro é realizada pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO). Com o pedido feito durante a III Assembleia Nacional de Especialidades Odontológicas, a última ANEO, realizada em São Paulo (SP), o CFO reconheceu, por meio da Resolução CFO 160/2015, que a Odontologia do Esporte agora é especialidade. “Queremos resguardar as pessoas que hoje procuram ter mais saúde, fazendo mais exercícios, principalmente aqueles que têm no esporte a sua profissão. Isto é justo, pois a saúde geral de todos depende, e muito, da saúde bucal”, afirma o presidente do CFO, Ailton Morilhas. 

Mas, não é de agora que a Odontologia do Esporte vem sendo trabalhada. No Brasil, o primeiro representante foi o Doutor Mário Hermes Trigo de Loureiro (in memorian) ou, simplesmente, Dr. Mário Trigo como era conhecido. Ele foi Cirurgião-Dentista da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo de 1958, 62, 66 e 70, sendo bicampeão mundial (1958,1962) e sua preocupação era que o foco dentário poderia ser responsável por debilitar a saúde do atleta – só em 1958 dos 33 atletas da seleção ele removeu 118 dentes.

Entidades e associações foram formadas, todas elas extremamente importantes no desenvolvimento da especialidade. No dia 29 de setembro de 2012 um grupo de Cirurgiões-Dentistas (CDs) que estavam ligados de alguma forma com a Odontologia do Esporte se reuniu na cidade do Rio de Janeiro para formar a Academia Brasileira de Odontologia do Esporte (ABROE), com o propósito de fortalecer e ajudar no reconhecimento da especialidade.

Para falar sobre a nova área e da importância do tema como especialidade para a classe odontológica e para a população de atletas profissionais e amadores – os principais beneficiados-, conversa com a Odontologia em Revista, o Dr. Eli Luis Namba, Doutor e Mestre em Odontologia pela PUC-PR, Especialista em Medicina e Ciências do Esporte pela Universidade Positivo (PR), presidente da Comissão de Odontologia do Esporte do CRO-PR e vice-presidente da Academia Brasileira de Odontologia do Esporte. Ele também foi coautor do Livro Protetores Bucais Esportivos: tudo que o Cirurgião-Dentista precisa saber.

1) O que vem a ser a nova especialidade e qual sua importância na odontologia? 

EN – A Odontologia do Esporte trabalha com as particularidades e especificidades dos atletas com a intenção de promover, além de saúde bucal adequada a essa população, uma melhora no seu rendimento físico. Entendemos que o instrumento de trabalho para um atleta é o seu próprio corpo e o equilíbrio é fundamental para o desenvolvimento de qualquer exercício. Imaginem um atleta com uma infecção do dente do siso antes de uma importante competição, será que o seu rendimento seria o mesmo tendo que realizar um esforço com dor? E se o mesmo atleta, ao procurar um atendimento odontológico, e, no intuito de ajudar, o Cirurgião-Dentista o medica com uma substancia proibida pela sua confederação e ele é pego no exame antidoping? Vários medicamentos utilizados pela odontologia são proibidos pela wada, instituição responsável pala área do doping esportivo. Começaram a entender que não é tão simples assim. Em determinadas modalidades o consumo de repositores de sais minerais podem desmineralizar nossos dentes e a incidência e o risco da doença cárie aumentam em determinadas populações no esporte.

2) Quais os principais campos de atuação de um profissional da Odontologia do Esporte?

EN - Em uma nova área tudo que é colocado deve ser encarado com grande seriedade. Na ciência existe uma pirâmide de evidências, é através dela que devemos nos basear e a prática de saúde deve ser baseada no melhor nível de evidência científica disponível. O mercado é muito promissor para os profissionais que tem interesse na nova área. Com a proposta de melhor qualidade de vida, cada dia mais pessoas buscam a prática de uma atividade física de forma amadora ou profissional. A Odontologia do Esporte pode sim ajudar muito no rendimento dos nossos atletas e é fundamental em qualquer equipe multidisciplinar. A atuação vai desde o trabalho desenvolvido pelo profissional (CD) aos cuidados praticados no esporte como o uso de protetores bucais: os adequados são os confeccionados pelo Cirurgião-Dentista ou por empresas para onde os profissionais encaminham o modelo da boca do atleta. Este protetor deve ser ajustado pelo CD assim como as próteses e jamais pode ser entregue diretamente ao atleta. Um protetor sem o ajuste adequado pode trazer problemas maiores que fraturas dos nossos dentes, neste momento entra uma das especificidades que os especialistas devem conhecer.

3) Que desafios a especialidade vai enfrentar? 


EN – Qual será a qualificação que este profissional precisa apresentar para atender a essa população específica. Primeiramente, entender o que é um atleta, como funciona seu organismo, quais alterações ocorrem na cavidade oral que podem refletir no rendimento físico, e quais alterações ocorrem na cavidade oral são ocasionadas por tais atividades. Não temos em nossa formação de graduação qual a indicação dos protetores bucais, como confeccioná-los, para qual modalidade esportiva deve ser indicada, não são todos iguais? Não são, e também são contra indicados em alguns casos. O que é doping, quais os protocolos cirúrgicos e de pronto atendimento devemos usar nas diferentes modalidades esportivas? Como deve ser a integração da atuação deste profissional em uma equipe interdisciplinar? Como este profissional, além de atuar, deve promover às equipes e à população a disseminação do conhecimento sobre a prevenção dos traumatismos orofaciais? Algumas universidades já inseriram em suas grades disciplinas eletivas e optativas sobre o tema, o que deve se tornar cada dia mais comum, visto a população emergente de atletas em nosso país.


4) Qual o mercado de trabalho para esta área?  

EN – Muitas atualizações e cursos de curta duração sobre o tema visaram apresentar a área ao profissional e, mesmo antes do reconhecimento, duas universidades apresentaram a especialidade reconhecida pelo Ministério da Educação com o intuito de aumentar a produção científica e apresentar a importância da área para a odontologia. Com o reconhecimento ganhamos força junto ao nosso conselho e diretrizes foram montadas para padronizar as especialidades e assim preencher esta lacuna, capacitando mais profissionais para um mercado emergente e carente de profissionais preparados para todas estas especificidades e particularidades no atendimento de atletas. O grande ganhador de tudo isso não são só os atletas, nem a Odontologia do Esporte e sim a Odontologia como um todo. Finaliza o Dr. Eli Namba a sua entrevista.



Comunicação do CFO

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Mais que uma boca!


Quando se opta por ser um profissional de saúde, escolhe-se uma vida de sacrifícios, sem dúvida, os conhecimentos técnicos e científicos são essenciais, além de atualização constante, com altos gastos financeiros e de tempo. Mas, acima de tudo requer muito amor e humanidade envolvidos. Pelo menos assim, é como deveria ser.

A Odontopediatria atende uma parcela especial da população: os bebês, as crianças, os adolescentes e as grávidas, através do Pré-natal Odontológico. Isto nos dá uma oportunidade única de fazermos a diferença na vida deles, principalmente no que diz respeito a visão que eles terão da Odontologia.

Convocamos os Odontopediatras e a todos que atendem o universo infanto-juvenil, a sermos mais holísticos, mais amenos e mais suaves ao tocarmos uma alma humana. Precisamos ter compaixão e o seguinte lema: "atrás de uma boca, há um corpo, uma alma, uma vida".

Fica a dica!

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